sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Frase Genial

Como estou quase de partida para a capital para ir ver a Madonna!

Lembrei-me de que numa incursão por Lisboa...
estava eu muito bem disposta no Bairro Alto a passear, entrei numa loja de T-shirts e li uma frase genial, que eu espero que algum partido aproveite numa campanha eleitoral:

"Votem nas p*t*s, porque nos filhos não deu em nada!"
Agora que já foi publicado o
Estuto Disciplinal dos Trabalhadores que Exercem Funções Publicas
no dia 9 de Setembro e o
Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas
no dia 11 de Setembro no http://www.dre.pt/
Achei que assentava na prefeição ao nosso sistema político :o)
Saudações camarárias,

TG

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

INSUSPEITO...TALVEZ


Fomos desafiadas pela Cleópatra para escrever uma carta de desamor, aceitei o desafio, comprometi-me a escrevê-la e até agora teNho falhado a esse compromisso.
Esta carta de desamor, talvez insUspeita, dirige-se a ti.
Posso enumerar as mais variadas razões, como a falta de tempo, a Internet que está sempre a ir abaixo, o imenso trabalho que tenho tipo durante estes meses de Verão, mas a verdadeira razão é outra. E a razão é porque acho que tu, enquanto destinatário desta missiva Não o mereces. Não que te guarde mágoa, mas porque não me parece bem escrever sobre ti.
A carta que agora escrevo, foi escrita vezes e vezes sem conta nos meus cadernos, onde gosto de guardar os meus sentimentos sem que ninguém os leia. Essencialmente são palavras que calo, que nunca foram proferidas ao seu destinatário. O que mais lamento é que já te escrevia palavras de desamor muito antes de tudo ter acabado, essencialmente os meus lamúrios prendiam-se com a falta dos teus telefonemas, da tua atenção, de uma mensagem que fosse.
Não me bastaste.

Insuspeito? Talvez…

Faz algum tempo que decidiste sair da minha vida, disseste “Vou andando” e foste embora. Nunca te disse Mas sempre soube onde foste e para quem compraste o quadro numa qualquer galeria que pouco vem ao caso. Como ainda hoje essas palavras fazem eco na minha cabeça...

Uma Flor que nada tem de Insuspeita, medíocre.

Lembro-me de um tempo em que falávamos de saudade, ao que tu me disseste que não sentias saudades de nAda porque nunca foste suficientemente feliz para sentires saudades. Pois bem, espero que tenha conseguido mudar isso na tua vida. Realmente acredito que sentes saudades do que fomos juntos. Acredito que sentes saudades das horas sem fim que passávamos a conversar, que sentes saudades das noites passadas em Creta.

Nunca vais ler estas palavras, como nunca vais saber o Que representaste para mim. Apareceste na minha vida numa altura em que estava desacreditada da vida, não me sentia mulher, era tudo cinzento. Quando olhava para a frente via Um imenso deserto ainda por atravessar.
Tu apareceste debaixo de um céu colorido pelo fogo de artifício numa noite de verão e aí lembro-me de ter sorrido… Tu fizeste-me sentir livrE, ajudaste-me a levantar e ofereceste-me umas lindas asas para eu voar através duma imensidão de sonhos, mas não me abriste a gaiola e saíste pela porta…

Tudo mudou para mim desde então, o tempo cura tudo e quando olho para trás vejo que afinal és um homem mediano, sem grandes características que te distingam de qualquer outro.
Afinal, nada de InsuSpeito…
MDB

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

De morrer a rir

certamente o que se segue é um relato ficcionado, é muito engraçado!
(talvez só as mulheres achem graça :o))

FW: Relato de um homem que depilou os tintins

Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas "partes".

Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
- Por que é que não me deixas depilar os teus "ovinhos", pois assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.


Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as "outras coisas", não tive argumentos para negar e concordei.

Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.

Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.

Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana ecomeçou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!


O Sr. "tolas" já estava todo "pimpão" como quem diz: "Sou o próximo da fila!"
Pelo início, imaginei quais seriam as "outras coisas" que aí viriam.


Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem.Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?

Porém, alguns segundos depois ela esticou o "saquinho" para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro
" A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU",
quase gritado letra por letra.

Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo.
Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!


Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos,como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas"pendurezas".

Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebézinho: faz merda atrás de merda.

Peguei no meu gel pós barba com camomila "que acalma a pele", besuntei as mãos e passei nos "tomates".

Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de "lavagem checa" e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os "ditos" como quem abana um pugilista após o 10° round.

Olhei para meu "júnior", coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.

Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha.

Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes,que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.
Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!


Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.


No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os "ovos"estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.



Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.

Eduardo Girão

espero que tenham rido!
(eu ri :o))

TG

domingo, 31 de agosto de 2008

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Engenheiro Civil - Precisa-se!



Engenheiro Civil - Licenciado!

Precisa-se!


Para a Câmara Municipal de Lagos


Por favor vejam esta semana o Diário de Notícias e depois candidatem-se!!

TG

terça-feira, 12 de agosto de 2008

domingo, 10 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

sábado, 2 de agosto de 2008

Onde eu estive!


TG

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Onde eu estive!

TG

quinta-feira, 31 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

quarta-feira, 16 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Mala vermelha - TEMPOS MODERNOS

Margarida Rebelo Pinto escreve crónica sobre a Maleta Vermelha

"Lembram-se das reuniões Tupperware que as nossas mães ordeiras, as tias solteironas, as avós desocupadas e as primas prendadas organizavam nos anos 60?

Pois é, o mundo mudou. Nos tempos que correm as reuniões são de outro teor, talvez mais útil para as donas de casa do que um jogo completo de caixas de plástico, até porque as mesmas se podem comprar em todo o lado, desde o hipermercado até à jurássica drogaria de bairro, entre o restaurador capilar e o veneno para ratos.

O princípio é o mesmo, embora os objectivos sejam diferentes: servindo-se igualmente da técnica do direct marketing, já não se trata de aprender a acondicionar 300 gr de morangos ou 20 fatias de carne assada (com o molho numa caixinha à parte, claro está), mas de conhecer, observar, estudar e eventualmente experimentar todo um catálogo de artigos relacionados com prazer: algemas forradas a pelúcia, vendas do mais fino cetim, roupa interior comestível, preservativos de variados e originais sabores, indumentárias para fantasias tais como a tigresa, a criadita e a enfermeira, chicotes, fitas de seda para domadores/as inspirados/as, bolas chinesas de vaga inspiração espiritual e objectos vibratórios para todos os gostos, tamanhos e especificidades.

Ou seja, os prazeres da cozinha passaram para os prazeres da alcova, divulgados através de uma corrente de confiança, lema recentemente usado pela companhia fundada por Earl Tupper em 1946.

Em vez das qualidades inestimáveis do material plástico para a conservação eficaz dos alimentos, discutem-se os inestimáveis contributos destes objectos para o prazer: a sós, em casal, ou num regime mais alargado, para quem se interesse por tal modalidade.

As novas reuniões, a par com o aumento exponencial de cursos de dança do varão, são sinais inequívocos dos tempos modernos. As donas de casa perceberam que está nas suas próprias mãos transformarem-se em deusas sexuais e não deixam o seu crédito por mãos alheias.

Numa sociedade dita moderna em que todas as mulheres ricas ou famosas têm obrigatoriamente de ser sexy, o sex appeal tornou-se um produto de consumo primário, a par do pão e o leite. Há que cultivar a Vénus escondida em cada cidadã – isto é, se ela ainda se conseguir manter acordada depois de 8 horas de trabalho mal pago, precedidas e seguidas de pelo menos uma hora no trânsito e de duas a três horas de trabalho diário no lar, o tal que não é remunerado, embora o machinho português o assuma como um dado adquirido no seu dia-a- -dia. Se ainda conseguem arranjar energia para surpreender os maridos e/ou companheiros debaixo dos panos, então não restam dúvidas de que são as melhores do mundo. O sangue latino é quente por natureza e a sociedade vai a pouco e pouco limpando os preconceitos relacionados com o prazer. É por isso que as mulheres começam finalmente a falar de sexo, querem aprender as artes do striptease no varão e organizam reuniões da Mala Roja.

Será que aprenderam com os erros das feministas fanáticas, que rejeitavam a sua feminilidade para lutar pela igualdade? Parece que sim.

As mulheres modernas já perceberam que é óptimo serem mesmo diferentes dos homens.
E que o seu poder advém exactamente do facto de serem mulheres.
Com mais ou menos gadgets na gaveta.


Margarida Rebelo Pinto"

segunda-feira, 7 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Amor

"Ainda que eu falasse em línguas,
as dos homens e dos anjos,
se eu não tivesse o amor,
seria como sino ruidoso ou como címbalo estridente.

Ainda que eu tivesse o dom da profecia,
o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência,
ainda que eu tivesse toda fé,
a ponto de transportar montanhas,
se não tivesse o amor eu não seria nada.

Ainda que eu distribuísse,
todos os meus bens aos famintos,
ainda que entregasse o meu corpo às chamas,
se não tivesse o amor,
nada disso me adiantaria.

O amor é paciente,
o amor é prestativo,
não é invejoso,
não se ostenta,
não se incha de orgulho.

Nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita,
não guarda rancor.

Não se alegra com a injustiça,
mas se regozija com a verdade.

Tudo desculpa,
tudo crê,
tudo espera,
tudo suporta.

O amor jamais passará.

As profecias desaparecerão,
as línguas cessarão,
a ciência também desaparecerá.

Pois o nosso conhecimento é limitado,
limitada é também a nossa profecia.

Mas, quando vier a perfeição,
desaparecerá o que é limitado.

Quando eu era criança,
falava como criança,
pensava como criança,
raciocinava como criança.

Depois que tornei me adulto,
deixei o que era próprio de criança.

Agora vemos como em espelho e de maneira confusa,
mas depois veremos face a face.

Agora o meu conhecimento é limitado,
mas depois conhecerei como sou conhecido.

Agora, portanto, permanecem estas três coisas:
a fé,
a esperança,
e o amor.

A maior delas, porém, é o amor."

Paulo, 1 Coríntios 13, 1-13

quarta-feira, 2 de julho de 2008

COBRANÇA DE DÍVIDAS À EDP


Consulta Pública até *7 Julho* - LEIAM, é do nosso interesse
Leiam, respondam e enviem para todos os que puderem: é importante. ANTES DE 7 DE JULHO

Meus caros,

Esta malta pretende pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, a pagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de 12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está a fazer uma consulta pública que encerra em meados de Julho.

Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP, pelo menos que eu saiba.

A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é não paga pelos clientes da EDP.
A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.).

Há que agir rapidamente. Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta mas não tenhos os elementos.
Quem não estiver de acordo com este procedimento deve enviar o mail infra e divulguem o mais possível, para bem de todos nós cumpridores.

Enviar para: consultapublica@erse.pt
Com o assunto: COBRANÇA DE DÍVIDAS À EDP - Consulta Pública

' Exmos Senhores:

Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a Vªs Exªs a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à 'proposta' - que considero absolutamente ilegal e inconstitucional - de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.

Com os melhores cumprimentos,'

Escrevam o V/ nome e adicionem o nº BI data e local de emissão.


A Notícia Correio da Manhã:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=9A53DB27-87FF-42ED-B1A7-43AF14267C2C&channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011

Página da ERSE para esta Consulta Pública:
http://www.erse.pt/vpt/entrada/consultapublica/detalhe/?id=137

e o esclarecimento da ERSE:

http://www.erse.pt/NR/rdonlyres/FFAF576A-0ACD-4420-B831-7C42FC074753/0/ESCLARECIMENTO_ERSE15062008.pdf

(enviado por email - pela Ana Pereira - obrigado)

mais uma noticia enviada por email, do Jornal de Negócios:
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=FIX_COMENTARIOS&id=320248&idCom=9
TG

quinta-feira, 19 de junho de 2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Avaliação de Desempenho

vulgo SIADAP para os trabalhadores da função pública.
Isto é um extracto de uma história verídica (brasileira mas verídica) enviada por email!

"O dono do talho ficou espantado com a entrada de um cão dentro da loja.
Enxotou-o, mas o cão voltou logo de seguida, tentou novamente espantá-lo, quando de repente reparou que o cão trazia um bilhete na boca.
Pegou o bilhete e leu:
- Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?

O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros.
Ele pegou no dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou-o na boca do cão.

O talhante olhou pela janela para observar o cão.

Este começou a descer a rua, e quando chegou ao cruzamento depositou o saco no chão, pulou e carregou no botão para o sinal ficar verde.

O talhante ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.

O animal atravessou a rua e caminhou até uma paragem de autocarro, sempre com o talhante a segui-lo. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar. Na paragem, o cão olhou para o painel dos horários e sentou-se no banco, esperando o autocarro.

Quando um autocarro chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Chegou outro autocarro e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo e entrou.

Boquiaberto, o talhante seguiu o cão.

Mais adiante o cão levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e carregou no botão para mandar parar o autocarro, tudo isso com as compras ainda na boca.

O talhante e o cão foram caminhando pela rua quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio; depois virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta.

Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu. Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou abater várias vezes com a cabeça no vidro.Caminhou de volta para a porta e, de repente, um tipo enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.

O talhante correu até ao homem e impediu-o dizendo:
'Deus do céu homem, o que é que você está a fazer ? O seu cão é um génio !'

O homem respondeu:
'Um génio ??? Esta semana, já é a segunda vez que este cão estúpido se esquece da chave !' "

MORAL DA HISTÓRIA ??

Podes continuar a exceder as expectativas, mas... a tua avaliação depende sempre da competência de quem avalia !

agora parece que só mandam mensagens a gozar com o malfadado SIADAP :o)

o que é preciso ficar bem ciente é se um dos objectivos do cão fosse não esquecer nunca a chave de casa, esse objectivo não seria cumprido, logo o mais importante na avaliação de objectivos é uma boa definição de objectivos e que esses objectivos contribuam para a melhoria da execução das tarefas que desempenhamos :o)

Pretende-se a melhoria não a "complicaria"

TG

terça-feira, 10 de junho de 2008

domingo, 8 de junho de 2008

A evolução do roubo

como será em 2009???

TG